Reino da Tristânia (I)

(E entrando) na sala do trono, dançam os cavaleiros. Riem, blasfemam… – bradaram, outrora, aos céus as suas almas ofendidas, esperando abraçar o deleito da inexistência – … alcançaram, cada qual, o seu paraíso terrestre… os humilhados! O rei está, por fim, morto! Restam apenas as suas vestes sujas. Os lobos aguardam inertes, porém atentos, pelos restos mortais do corpo já esquecido que suportava toda a sua linhagem no sangue derramado.